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A regulamentação do uso das áreas comuns
Foto: Carolina Fagnani

Como se estivessem no quintal de casa, diz Kurbhi

Moradores, por falta de experiência de viver em condomínio ou desconhecimento das normas de utilização das áreas coletivas, têm no uso do salão de festas e churrasqueira os responsáveis por grande parte das brigas entre condôminos. Como principais queixas, segundo a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic), está o barulho excessivo. Por traz do aumento dessas reclamações verifica-se o recente boom imobiliário, que tornou cada vez mais comum na cidade empreendimentos de grande porte, com um alto número de unidades e diversas opções de serviços e lazer. A entidade acredita que essa combinação, apesar das vantagens em oferecer benefícios parecidos aos de um clube, também trouxe dores de cabeça para a administração dos edifícios, principalmente, quando o assunto é a utilização daquelas áreas.

Para o vice-presidente da Aabic, Fábio Kurbhi (foto), muitas vezes, as festinhas ficam mais animadas e as pessoas passam a se comportar como se estivessem no quintal de casa”, afirmou. Os problemas são mais frequentes quando os eventos são organizados por jovens ou adolescentes, disse. Para ele, nessas situações, cabe ao síndico agir. “Por isso, é importante que o regulamento interno tenha regras preestabelecidas para o uso do espaço comum”, insistiu o diretor.

O cuidado não se restringe apenas às áreas comuns. Hoje em dia, muitos prédios já possuem o famoso “espaço gourmet” em cada apartamento, onde a varanda é ligada à cozinha, disponibilizando churrasqueira para o morador e às vezes até mesmo um forno de pizza.

“Em todos os eventos é sempre bom haver limite para o número de convidados, mas neste tipo de caso é essencial”, sugeriu Kurbhi. Segundo o vice-presidente da Aabic, a concentração excessiva de pessoas neste local pode resultar em um problema maior que o desconforto auditivo para os vizinhos, já que a laje da varanda foi projetada para suportar um peso específico, afirmou.

O diretor da Aabic alertou que, a fim de evitar brigas e até mesmo desastres, a melhor opção é atentar às regras impostas pelo regulamento interno do condomínio, aconselhando as administradoras a orientarem os síndicos e condôminos para não deixar brechas quanto aos deveres, obrigações e sanções.

“Por exemplo, o regulamento deve prever a suspensão do uso de determinado espaço comum por um certo período de tempo. Se não houver esse tipo de sanção no regulamento, a única forma de coibir o uso é por meio de ação judicial, o que representaria perda de tempo e dinheiro para o condomínio”, concluiu o vice-presidente da Associação.

Fonte: Folha do Condomínio

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