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Brinquedos diversificados no playground do condomínio garantem diversão de crianças e adolescentes

Brinquedos diversificados no playground do condomínio garantem diversão de crianças e adolescentes

Os playgrounds já se tornaram um equipamento indispensável em qualquer condomínio familiar. A razão é que os brinquedos são importantes ao desenvolvimento físico e mental da criança, por isso, além de divertidos, eles precisam oferecer segurança.

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) editou recentemente a NBR 16.071, com recomendações sobre a segurança dos brinquedos, por faixa etária e tipo de equipamento. Os dispositivos preveem desde a medida e o ângulo das escadas ou rampas até a distância entre os brinquedos.

Para especialistas como Wenceslao Napolitano, engenheiro, designer e profissional do segmento há mais de dez anos, o parquinho exige segurança e manutenção adequada. Existem hoje no Brasil, segundo Wenceslao, mais de 140 empresas especializadas em brinquedos. Dessas, pelo menos 40 ficam em São Paulo. Fabricam brinquedos de todo tipo, de diversos tamanhos e materiais – madeira, metais (como ferro e alumínio) e plástico. Podem ser conjugados ou separados (avulsos).

FUNCIONALIDADE E SEGURANÇA

Wenceslao prefere os de integração – em que várias crianças interagem, como gira-gira, por exemplo –, e os de movimento (balanço e gangorra), que preenchem as lacunas que os brinquedos e jogos de áreas internas (brinquedotecas) não oferecem. “São tantos modelos que costumamos classificar por atividades que desenvolvem: pular, escorregar, girar, subir, balançar, arrastar, socializar, falar, ouvir, tocar, raciocinar.”

Mas os síndicos devem ficar atentos a alguns detalhes, como, por exemplo, a que os brinquedos não apresentem vãos muito estreitos, para a criança não ficar presa, nem grandes espaçamentos, para não cair, orienta Wenceslao. Todas as extremidades devem ser abauladas e os pregos, descartados. “O ideal é usar parafusos cobertos com calotas de plástico, de preferência reciclado.”

O brinquedo deve ser projetado levando em conta a faixa etária. O administrador de empresas Alfredo Fernandez Nogueira, com 13 anos de experiência em gestão de condomínios residenciais, comerciais e hotéis, recomenda que o parquinho seja separado para as crianças menores e maiores.

“Para os pequenos, devem estar em área fechada, se possível, climatizada, perto dos banheiros e fraldários, com janelas adequadas para ventilação e protegidas por grades ou telas”, comenta Nogueira. Já o playground, ele aconselha que seja em área aberta, cercado de segurança. Ambos devem contar com sistema de monitoramento de câmeras, para que a administração predial possa acompanhar tudo.

Nos materiais, seja na área externa ou interna, há uma tendência mundial por produtos que economizem na manutenção, segundo Wenceslao. São fabricados com matérias-primas de alta qualidade e tecnologia. Equipamentos de ferro estão sendo substituídos por alumínio; as cordas por cabos de aço revestidos com nylon; painéis de madeira compensada estão sendo trocados por laminados melanínicos e até por plásticos que não perdem a tinta.

“A questão é que são matérias-primas mais caras. Deve-se sempre colocar na ponta do lápis o que vale a pena investir, levando em consideração o quanto queremos que dure o produto”, aconselha Wenceslao. O gestor predial Alfredo Nogueira sugere, por exemplo, equipamentos de plástico injetável para áreas externas. Ele lembra que já existem modelos com tratamento contra raios solares, mais duráveis, que preservam as cores originais por mais tempo. Se forem de madeira, deve-se optar por material tratado e protegido com verniz naval, o mesmo utilizado em embarcações.

MANUTENÇÃO

Todos esses cuidados na instalação de um parquinho são inúteis sem manutenção adequada e inspeções periódicas. “Dependendo da quantidade de crianças, ciclo de utilização e ambiente, a frequência deve ser maior”, aconselha Wenceslao, assim como nos brinquedos que trabalham com movimento por roldanas, molas e rolamentos, pois estão mais expostos ao desgaste.

O gestor Alfredo Nogueira chama a atenção, também, para equipamentos com eletricidade, como casinhas iluminadas. Toda a parte elétrica deve ser protegida com disjuntores individuais e sistema de segurança. Deve-se excluir tomadas e interruptores.

Para Nogueira, a inspeção visual diária deve ser feita, de preferência, sempre pelas mesmas pessoas, pois elas acabam criando na mente a imagem dos brinquedos no dia anterior. Mas ele adverte que qualquer brinquedo pode quebrar logo após a inspeção visual. Assim, se algo errado for notado, o brinquedo deve ser imediatamente interditado ou, se possível, retirado do local. “Devemos levar em conta que muitas crianças que utilizam o local ainda não sabem ler avisos.”

Reportagem Manuel Lume

Fonte: Direcional Condomínios

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