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Coleta de lixo: mil e um métodos

A coleta de lixo se diferencia de condomínio para condomínio. O importante é que todos os moradores respeitem os horários e os métodos previamente estabelecidos, para garantir a limpeza e a higiene do local

Aparentemente simples e rotineira, a coleta diária do lixo em um condomínio ainda suscita problemas e desafios. Qual o procedimento mais adequado de coleta nas unidades, que atenda às necessidades dos condôminos e ao esquema proposto pela empresa de limpeza pública? Qual o melhor horário de coleta, pela manhã ou no final da tarde?

Essas são algumas das muitas dúvidas de síndicos e administradores. No Brasil, existem condomínios – os mais antigos – que contam com fossos de lixo, no qual os moradores lançam os sacos de plástico, que ficam acumulados em contêineres de ferro e/ou polietileno (estes recipientes não podem conter furos, para evitar a entrada de roedores e baratas), enquanto que, em outros, funcionários são escalados para, diariamente, recolher o lixo. Existem também aqueles que disponibilizam em cada andar um “lixão”, no qual o morador pode colocar o lixo doméstico, a qualquer hora. Já houve época, há 50 anos, em que o lixo era jogado na rua, sem nenhum critério por parte de moradores e/condôminos.

Como se vê, cada condomínio possui uma programação e método diferenciados para a coleta de lixo.

Há prédios que recolhem o lixo duas vezes ao dia – pela manhã e no final da tarde; há outros que só assim procedem no final de semana, quando a produção de lixo aumenta. Em prédios que possuem apenas um elevador, todo o trabalho é feito pelas escadas, exigindo maior cuidado, para que os sacos plásticos não se rompam.

Por conta disso, em alguns edifícios os porteiros pedem aos moradores que separem garrafas e jornais por dois motivos: um é que as garrafas, quando misturadas ao lixo comum, costumam se quebrar e cortar as pernas dos lixeiros. Outro é que eventualmente o porteiro comercializa o material reciclável com os catadores. O problema é que quando esse porteiro não trabalhar mais no condomínio, o lixo que os moradores separarem na fonte vai voltar a ter destino no aterro sanitário ou lixão, longe do processo de reciclagem.

O que não se pode abrir mão é da garantia de higiene e segurança de todos, inclusive funcionários encarregados deste serviço. Para isso, a coleta deve ser feita em sacos plásticos resistentes, para manter os resíduos longe do alcance de roedores, mosquitos e baratas, que transmitem doenças facilmente. Estes sacos devem ficar protegidos da chuva, para que eles não se abram e o lixo fique exposto, sujando uma área maior, enquanto aguardam o recolhimento feito pela empresa de limpeza pública.

Um edifício de escritórios, ou mesmo um edifício residencial, produzem certamente mais do que 100 litros por dia de lixo. Se considerarmos cada unidade de um condomínio em separado, um edifício de 40 apartamentos poderá deixar na calçada quatro mil litros de rejeitos ou seja, 40 sacos de cem litros.

O que jogamos fora?

Procedimentos de coleta à parte, uma das grandes preocupações dos órgãos públicos é com a composição do lixo urbano: o lixo é um indicador curioso de desenvolvimento de uma nação. Quanto mais pujante for a economia, mais sujeira o país irá produzir. É o sinal de que o país está crescendo, de que as pessoas estão consumindo mais.

O problema está ganhando uma dimensão perigosa por causa da mudança no perfil do lixo. Na metade do século, a composição do lixo era predominantemente de matéria orgânica, de restos de comida. Com o avanço da tecnologia, materiais como plásticos, isopores, pilhas, baterias de celular e lâmpadas são presença cada vez mais constante na coleta.

Há 50 anos, os bebês utilizavam fraldas de pano, que não eram jogadas fora. Tomavam sopa feita em casa e bebiam leite mantido em garrafas reutilizáveis. Hoje, os bebês usam fralda descartáveis, tomam sopa em potinhos que são jogados fora e bebem leite embalado em tetrapak. Ao final de uma semana de vida, o lixo que eles produzem equivale, em volume, a quatro vezes o seu tamanho.

Fonte: Jornal do Síndico

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