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Como Vão as Contas?

Em vez de vizinhos trocando reclamações, auditores expõem números e indicadores precisos para os condôminos. No lugar de prestações de contas duvidosas, uma gestão com caráter mais profissional e transparente. Estas cenas têm se tornado recorrentes em condomínios residenciais, que descobrem a importância dos serviços de auditoria.

Este segmento já representa em torno de 4% da demanda de empresas de auditoria, uma ferramenta de gestão com importância fundamental para o controle financeiro de uma empresa. Ainda hoje, porém, há quem associe auditoria apenas à detecção de possíveis fraudes ou desvios de dinheiro.

Para uma maior transparência nas contas, é importante fazer varreduras periódicas nas finanças. E no caso dos condomínios isso não tem sido diferente. As queixas e insatisfações mais comuns passam a ter uma avaliação mais criteriosa e independente, baseada em conceitos adotados em grandes companhias e multinacionais. Esses profissionais assumem o controle de problemas como altas mensalidades, despesas com manutenções e serviços de limpeza insuficientes, além dos índices de inadimplência.

Para entender melhor como funciona a auditoria, podemos separar por duas vertentes – a emergencial, também conhecida por punitiva ou apurativa; e a preventiva. A emergencial é mais conhecida, entretanto é a mais cara, devido à urgência. Já a preventiva é mais indicada justamente para conjuntos habitacionais e comerciais. Com a constante movimentação de dinheiro e contas, aumenta a possibilidade de erros e omissões.

Todas estas situações acabam por lesar o condomínio. E com uma verificação de contas pode-se chegar ao responsável e até destituí-lo do cargo, além de acionar a Justiça para ressarcimento dos prejuízos ocorridos. O auditor será capaz de apontar práticas como concessão de descontos indevidos; direcionamento de compras para determinados fornecedores; superfaturamento; criação de falsa demanda para compra de bens ou serviços; e desvios de recursos acobertados por documentos falsos.

Geralmente, o ideal é que o trabalho seja feito mensalmente, conta a conta, junto com a emissão de um relatório indicando possíveis irregularidades, com recomendação para correção das mesmas. O papel da auditoria preventiva é sempre o de dar subsídios para o Conselho do Condomínio. Desta forma, é preparada uma pasta (organizada pelo síndico ou pela administradora), que deve ser encaminhada para a perícia dos auditores antes da aprovação das contas.

O condomínio deve ser tratado como uma empresa, com participação de todos os sócios, no caso os condôminos. O custo em média de uma auditoria investigativa, em um conjunto com dois edifícios e cerca de 100 apartamentos, custa em torno de R$ 10 mil por ano auditado. Já a auditoria permanente teria um custo mensal de R$ 1 mil para o mesmo tipo de empreendedor, menos comprometedor para o orçamento e mais eficaz para evitar prejuízos futuros.

Nada de brigas e mau humor de vizinho. Deixar que as contas internas e externas sejam administradas por empresas competentes na área é garantia de transparência, credibilidade e contas em dia.

*Julian Clemente é sócio-diretor da BDO RCS (www.bdobrazilrcs.com.br).

Fonte: Folha do Condomínio

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