Curitiba: 41 3322-5885 | Canoas: 51 3286-0019 | Salvador: 71 3342-0867
‘Dá quem quer, quanto quer, da maneira que puder’, diz especialista sobre caixinha de Natal

Márcio Rachkorsky diz que contribuir com a caixinha não é obrigatório e que não se deve estiuplar um valor.

Elas estão por todos os lados. Fim de ano é época de presente, de Papai Noel, e da tradicional caixinha de natal. Em dezembro, elas se multiplicam no comércio e nos condomínios, mas dividem opiniões. O problema é quando acontece a intimidação para que a pessoa contribua com a caixinha. Ela virou tradição e quase uma obrigação. Alguns funcionários esperam o ano inteiro por esse dinheiro extra. É uma forma de reconhecimento por um ano de dedicação e trabalho, mas a pessoa só deve dar se quiser e puder.

Em uma padaria, os funcionários contam com a generosidade dos clientes. “A caixinha de Natal é uma coisa muito importante para a gente que trabalha no dia a dia com cliente, para poder no final do ano ter um peru mais gordo”, brinca o copeiro Marcos do Carmo.

Muita gente que passa faz questão ajudar. “Eles nos tratam muito bem. Se você não deixar ao menos uma caixinha no final de ano, eu acho que não é justo”, afirma o vendedor Paulo Jaqueto.

Nos prédios, os vários avisos não deixam as famílias se esquecerem das caixinhas. Em um condomínio, a caixinha de Natal é uma tradição e a maioria dos moradores contribui. Para os 35 funcionários, é como se fosse um 14º salário.

“É uma grana extra que vem para a gente ajudar nossa família, em uma festa, algo a mais”, diz Ezequias Cardoso, funcionário do condomínio.

“O funcionário espera muito. Ele passa o ano inteiro sonhando com a caixinha de Natal”, conta o síndico Plínio Menegon.

“É uma forma de reconhecimento do trabalho do ano todo desses funcionários, mas é uma forma que os condôminos podem contribuir para um Natal melhor para eles e para as famílias”, diz a moradora Isabel Luciano.

O especialista em condomínios Márcio Rachkorsky diz que não se deve estipular um valor: “Jamais a gente fixa valor mínimo nem máximo. Cada um dá o que pode e quanto pode. Às vezes, em um mesmo condomínio, tem gente que dá R$ 10 e tem gente que dá R$ 1000. É incrível, mas isso acontece”.

Ele recomenda que o síndico organize a caixinha. “Para que o funcionário não seja indelicado e vá cobrar o morador de porta em porta ou ate faça algum tipo de constrangimento para o morador mostrando que o vizinho deu R$ 100 e o outro só deu R$ 50. Então, dá quem quer, quanto quer, da maneira que puder”, ressalta.

E ainda tem profissionais, como carteiros e garis. Nestes casos, o especialista diz que o condomínio deve pagar a caixinha. “É o sindico que, já na previsão orçamentária, destaca uma verba para o final do ano para dar para esses profissionais. Para um prédio pequeno, a gente estima uns R$ 100. Para um grande, um pouquinho mais. Não dói no bolso de ninguém e para o carteiro, para o lixeiro, faz toda a diferença”.

Fonte: Bom Dia Brasil

Portal Curitiba

Endereço: Rua Riachuelo, 31, Cj 1201, Centro - CEP: 80020-250

Tel/Fax: (41) 3322-5885

E-mail: contato@portalcobrancas.com.br


Portal Canoas

Endereço: Rua Domingos Martins, 261, Sala 202, Centro - Canoas - RS

Tel/Fax: (51) 3032-4099

E-mail: contato@portalcobrancas.com.br

Portal Salvador

Endereço: Rua Alceu Amoroso Lima, 470, 11º andar, conj. 1106. CEP: 41820-770

Tel/Fax: (71) 3342-0867

E-mail: contatosalvador@portalcobrancas.com.br

Desenvolvido por Seens Tecnologia da Informação