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Energia elétrica sem riscos
Gina Mardones

O engenheiro eletricista José Tiago Souza de Lucca indica que o dispositivo deve ser instalado no quadro de energia junto ao disjuntor

De uso obrigatório em áreas úmidas, o dispositivo residual diferencial (DR) ainda é negligenciado; peça permite detectar irregularidades nas instalações elétricas

As facilidades e o conforto oferecidos pela energia elétrica dispensam comentários. Entretanto, o funcionamento correto do sistema elétrico exige cuidados, como o uso de materiais e instalações adequadas, que podem minimizar ou evitar acidentes, que vão desde pequenas falhas até mesmo levar uma pessoa à morte. Há inclusive normas técnicas que regulamentam a instalação e o uso de equipamentos e acessórios.

O engenheiro eletricista José Tiago Souza de Lucca, presidente da Câmara de Engenharia Elétrica do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal), informa que algumas dessas ferramentas, como o Dispositivo Residual Diferencial (DR), têm uso obrigatório em ambientes úmidos, como cozinha e banheiro. A peça é capaz de detectar uma possível fuga de energia, desligando os circuitos em apenas 3 segundos. A obrigatoriedade da utilização desse equipamento, segundo ele foi estabelecida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio da Norma Brasileira NBR5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão, em vigor desde março de 2005.

Embora, tenha quase uma década de existência, Lucca alerta que o documento não é obedecido por boa parte das construções e a fiscalização não ocorre com a frequência necessária. Segundo ele, o dispositivo é conhecido como o “inimigo do eletricista”, pois permite detectar irregularidades nas instalações de um imóvel. “Se tiver qualquer tipo de mal contato, umidade ou isolação mal feita o dispositivo reconhece a irregularidade e impede que a energia elétrica chegue ao circuito”, explica.

Nas demais saída de energias, como as tomadas de outros ambientes, a instalação do dispositivo é facultativa, porém recomendada. “Levando-se em conta a gravidade que um acidente envolvendo choque elétrico pode resultar, o custo médio do equipamento e a sua instalação em outros pontos da casa pode ser vantajosa”, defende.

Conforme ele, o preço de um dispositivo no mercado varia entre R$ 80 e R$ 200 reais. No custo final de uma obra, a parte elétrica representa, em média, apenas 15% do valor, destaca. A peça, segundo o engenheiro eletricista, é instalada no quadro de energia junto ao disjuntor, responsável pela proteção convencional do sistema.

Outro item de instalação obrigatória no sistema elétrico, segundo Lucca, é o Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) ou “supressor de surto”. O equipamento, como explica o engenheiro, tem a função de proteger os equipamentos elétricos contra picos de tensão geralmente causados por descargas nas redes das concessionárias de energia elétrica.

O engenheiro frisa que, embora uma casa possa ficar sem ambos os dispositivos, o risco de um acidente fatal passa a ser eminente. Para não enfrentar problemas quanto a isso, qual seria então a solução mais viável? “Durante a construção ou compra de uma residência o morador deve checar a existência desses dispositivos e caso constate que o imóvel ainda não os possui, o indicado é providenciar a instalação” orienta. Para garantir a qualidade da instalação, o José Tiago Souza de Lucca indica procurar engenheiros eletricistas que estejam devidamente credenciados no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-Pr).

Fonte: Folha Web

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