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Exemplos de atitudes de moradores que buscam comodidade ao invés de segurança

Muitos prédios não possuem uniformização de procedimentos e assim cada morador decide por si só como se portar, mesmo morando em comunidade.

Debates infindáveis e calorosos ocorrem em reuniões de condomínios quando o assunto é segurança. Alguns moradores querem defender sua comodidade, ao invés de desejar a segurança de todos. Confira alguns procedimentos que acabam atrapalhando e muito o trabalho da portaria e, por conseguinte, abrindo brechas para a ação de marginais:

Recebimento de mercadoria: Alguns moradores entendem que o entregador (ex: pizza) deve entrar no prédio e fazer a entrega na porta do apartamento. Principalmente no período noturno, o morador, já de pijama, não quer ter o trabalho de ter que trocar suas vestes e dirigir-se a portaria do prédio. O frio, o calor, a chuva, a preguiça, enfim, vários podem ser os motivos para que o morador não deseje sair do aconchego do seu lar. O engraçado, é que todos os moradores de casas, são obrigados a atender o entregador na porta da rua, pois poucas pessoas tem empregados domésticos no período noturno, que possam fazer por eles.

Visitantes: É natural que qualquer visitante se aborreça em ter que passar por um sistema de controle de acesso. É necessário que o responsável pela portaria, identifique a chegada do visitante, verifique se há autorização do morador para entrada, solicite documento com foto, registre o horário de entrada e saída, enfim, tome todas as cautelas possíveis, para não ser ludibriado.
Ocorre que, muitos moradores, acham todo esse processo desnecessário, pois seu convidado é pessoa idônea e de boa índole. A questão não é essa. A função da portaria é controlar a entrada de pessoas e principalmente impedir o ingresso de pessoas não autorizadas. Vamos a um caso concreto.

Vagas para veículos de visitantes na garagem: Geralmente, quando vamos fazer uma visita a um amigo que mora em casa, estacionamos o carro na rua e vamos a pé até a porta de entrada da residência. Em prédios deveria ser da mesma forma, mas infelizmente não é bem assim. Vamos criar uma situação hipotética: Imagine um prédio, com 52 apartamentos, com duas vagas na garagem para cada unidade. Como sobraram 5 vagas, uma reunião foi convocada para discutir se visitantes deveriam ter acesso à garagem. 85% dos moradores chegaram a seguinte conclusão: ”A entrada de veículos estranhos ao prédio para utilização das vagas de visitantes, atrapalharia e muito o trabalho do único porteiro, abrindo um campo fértil para a entrada de marginais”. Essa é a posição mais sensata, mas 15% dos presentes alegavam que não seria educado deixar o visitante estacionar o carro na rua.

 Fonte: Tudo Sobre Segurança

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