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Iluminação sustentável

Maior luminosidade, com eficiência e economia, também pode gerar mais segurança para o condomínio

A iluminação é item cada dia mais importante para os condomínios que podem, a partir destes recursos, ter mais segurança e ainda investir em ações de sustentabilidade. O mercado vem oferecendo produtos mais eficientes em que durabilidade, maior luminosidade e economia caminham juntas.

As empresas também ampliam o leque de ofertas de soluções integradas, facilitando o pagamento, permitindo que os condomínios renovem suas instalações e alcancem ganhos dobrados, de qualidade e segurança.

E, ao se falar em segurança, a iluminação torna-se então fundamental. “É um item importante e, por vezes, esquecido quando são instaladas câmeras e outras iniciativas para a segurança do condomínio”, avalia Arlindo Soares de Oliveira, engenheiro elétrico e sócio de uma empresa de soluções tecnológicas e elétricas.

Segundo ele, a escolha e a seleção do tipo de iluminação devem levar em consideração potência, intensidade de iluminação, temperatura de cor da fonte luminosa, e adequação do conjunto, câmera e fonte de luz. O que, raramente, é feito porque quem instala as câmeras são empresas de segurança que fazem um trabalho sem foco na eficiência energética ou no fator luminosidade.

Arlindo diz que existem vários tipos de lâmpadas e custos também variados. “O importante é ao se fazer um orçamento para este investimento lembrar-se do item iluminação na hora em que ela será mais necessária.”

O engenheiro garante que o custo do item se dilui no investimento total, sempre com resultado ótimo, quando tudo é feito de modo planejado a partir de avaliações prévias.

Custo X benefício

Nem sempre as lâmpadas mais potentes são as mais caras. O engenheiro explica que o que realmente conta é o custo total do sistema. Ou seja, o valor de aquisição e custo de funcionamento, quanto consome de energia, qual o tempo de vida útil dos componentes e as suas requisições de manutenção. “O custo-benefício deverá ser sempre o item que definirá o valor real do investimento”, orienta.

Item número um no sonho de consumo quando o assunto é sustentabilidade, as lâmpadas LED ainda assustam alguns síndicos devido aos preços.  Arlindo, no entanto, diz que, atualmente, as lâmpadas LED são as mais indicadas para qualquer aplicação e que a relação custo benefício melhora a cada dia.

“O mercado já oferece preços mais acessíveis para as de potência até 15 watts, suficiente para atender a iluminação de corredores, áreas sociais, salão de festas, de circulação e outras áreas comuns do condomínio”, explica.

Para locais externos ou grandes áreas, o custo de equipamentos LED ainda deverá ser observado com cautela.

“Sem dúvida é possível elaborar uma tabela de custo beneficio, para diversas aplicações, levando em conta todas as variáveis, como preço inicial, durabilidade, qualidade de iluminação, custo de energia e manutenção, além de tempo para o retorno do capital investido. Por isto, é importante solicitar a um engenheiro elétrico um sistema de iluminação, evitando adotar simplesmente a troca de lâmpadas, sem critérios”, orienta.

Exemplo de economia

O especialista explica que uma reforma na área dos PCs e a substituição de cabos e proteção muitas vezes representam sozinhos os itens mais importantes em um programa de redução do consumo elétrico do condomínio.

“As condições das instalações elétricas, além de comprometer a segurança do imóvel, geram gastos adicionais de energia, por vezes muito altos”, destaca.

Um fator que costuma passar despercebido. Mas, a atualização tecnológica dos equipamentos de iluminação, acionamentos e temporizadores para motores, reduz custos.

“A substituição destes e dos demais equipamentos que apresentam desgaste e consumo acima do normal é uma das maneiras mais eficazes de reduzir a conta de luz”, explica. Os componentes e equipamentos mais novos também são mais eficientes e concebidos com menos poluentes.

Ele relata o alcance dos programas de redução de consumo que englobam a modernização das instalações, a partir do conceito de eficiência energética.

“Com o trabalho feito, registramos condomínios em que a economia chegou a 50%. Ou seja, onde o custo mensal com a conta de luz era de R$ 20 mil, ele passou a R$ 10 mil. Estamos falando em R$ 120 mil a mais por ano na conta do condomínio”, afirma.

E foi este o resultado alcançado pelo Condomínio Aventura Center, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ele veio depois que uma empresa fez um estudo de carga e potência, avaliando cada equipamento e instalação elétrica do condomínio. “Foi feito um relatório apontando ações corretivas e resultados previstos. Com o resultado final, saímos de uma conta de luz de R$ 9 mil, para algo em torno de R$ 4 mil, R$ 5 mil, o que é muito significativo”, comemora o síndico Carlos Adolfo.

O consumo médio do condomínio era de 18 a 20 kilowatt, caindo a metade, entre 9 e 10 mil kilowatt, a partir de um projeto com custo total de 55 mil reais, que envolveu a substituição de luminárias e lâmpadas, a instalação de sensores de presença e timer para alguns equipamentos e a revisão de todas as instalações elétricas da edificação.

“Tudo pago em dois anos, apenas com a economia. A empresa realizou os serviços e deu o material, ficando por 24 meses recebendo 70% da economia gerada, até alcançar o valor do projeto”, detalha o síndico, destacando que foi importante não precisar sacar de uma vez R$ 55 mil para pagar a empresa. “E ainda contamos com a economia de 30% no caixa todos esses meses”, diz.

Carlos Adolfo ressalta os ganhos para a segurança da edificação, com instalações elétricas modernas e eficientes, e a orientação, específica, para a funcionalidade de cada equipamento e a demanda do condomínio de luminosidade necessária em cada área do condomínio.

Investimento aos poucos

Quem também está investindo na iluminação do condomínio para alcançar economia e eficiência é o síndico Luiz Fernando Duarte, do Condomínio Via Rafael, em Vila Isabel, zona norte do Rio.

“O que temos feito nesta última gestão é a troca de lâmpadas comuns por outras mais econômicas. Também adotamos holofotes na entrada do prédio, pois temos aqui em frente um ponto de ônibus, com uma iluminação pública fraca”, conta.

O projeto é do próprio condomínio e todo o trabalho está sendo feito por parte. “Fizemos primeiro a área externa, depois os corredores e andares, inclusive, com a adoção de sensores de presença nas escadas e nos corredores, sendo que nestes há pontos de luz fria também, um pedido feito pelos moradores”, diz.

Eles também aprovaram a adoção dos sensores nas garagens. E o trabalho segue sendo realizado de olho na eficiência da luminosidade e segurança para áreas críticas do condomínio.

“Com equipamentos modernos, confiamos na durabilidade e na redução de investimento em manutenção. A expectativa é de que, a médio prazo, todo o investimento retornará através da economia gerada”, conclui.

Fonte: iCondominial

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