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Luz de emergência: questão de segurança

Conjunto de componentes e equipamentos que proporcionam iluminação adequada para direcionar e permitir a saída segura do público do interior dos edifícios, em caso de queda de energia elétrica, os sistemas de iluminação de emergência dos condomínios são de extrema importância, já que possibilitam, inclusive, que as equipes de salvamento entrem nos locais com alguma referência e iluminação de apoio.

Em Santa Catarina, os sistemas de iluminação de emergência são regulados pelo Decreto Estadual n. 4.909, de 18 de outubro de 1994 e fiscalizados pelo Corpo de Bombeiros Militar, por meio de vistorias normalmente realizadas para a concessão de habite-se ou do alvará de funcionamento.

Segundo o Major Charles Alexandre Vieira, da Diretoria de Atividades Técnicas (DAT) do Corpo de Bombeiros, nestas vistorias são analisados os projetos da edificação, que, por sua vez devem indicar a localização onde as iluminações de emergência serão instaladas. Além disso, estes profissionais deverão comprovar a instalação e o bom funcionamento dos equipamentos. Entre as disposições do Decreto, há a recomendação para que as fontes de energia não estejam situadas em compartimentos acessíveis ao público, nem tão pouco onde haja risco de incêndio.

Requisitos

De acordo com o Major, existem dois tipos de iluminação de emergência: por bloco autônomo de iluminação – com fonte de energia própria – ou por luminárias alimentadas por central de baterias. “Hoje, uma opção bastante em conta são as luminárias que funcionam com lâmpadas de led”, orienta o bombeiro.

As luminárias de emergência devem obedecer alguns requisitos: os aparelhos devem ser constituídos de forma que quaisquer de suas partes resistam a uma temperatura de 70° C, no mínimo por 1 hora; os pontos de luz não devem causar ofuscamento, seja diretamente ou por iluminação refletiva; e quando utilizada luminária fechada, os aparelhos devem ser projetados de modo a não reter fumaça para não prejudicar seu rendimento luminoso. Além disso, o material utilizado para a fabricação da luminária deve impedir a propagação da chama e a mínima emanação de gases tóxicos, quando em combustão.

Evita acidentes

Em 2011, Jarrie Nichele Almeida, síndico do condomínio Residencial Sol e Mar, no bairro Estreito, em Florianópolis, contratou uma empresa especializada para a instalação das luzes de emergência. A opção foi por iluminação de Led instalada junto com as luminárias nos corredores. Conforme o síndico, a verificação do funcionamento das lâmpadas é realizada mensalmente pelo zelador, e quando necessário, as lâmpadas são substituídas pelo eletricista. “Considero a iluminação de emergência de suma importância, pois em caso de falta de luz, os corredores ficam iluminados evitando acidentes”, explica Jarri.

Fonte: CondomínioSC

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