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Mercado imobiliário está em alta

Investimentos na indústria e no comércio são responsáveis pelo crescimento de 70% nas vendas.

Em busca de realizar dois sonhos, a jornalista Amábile Bianchi, 26 anos, comprou uma casa antes mesmo de se casar. Ao procurar o lar doce lar, o  noivo – Evandro Fernandes, 24 –  e ela acharam um sobrado com três quartos, sala de estar e jantar integradas com a cozinha, um banheiro e um lavabo.

Para entrar com o pé-direito no tão desejado imóvel, o casal pesquisou muito antes de assinar o contrato. O imóvel fica em um condomínio fechado próximo à divisa entre Sorocaba e Salto de Pirapora.

Os motivos que levaram eles a fazer o investimento foram: localização, crescimento na região e acessos rodoviários. “O condomínio é perto de tudo o que necessitamos. A segurança também foi fundamental na hora de fecharmos o negócio, além do preço que foi o menor que encontramos”, explica a jornalista.

Amábile e Evandro se encaixam na pesquisa do setor que aponta que o perfil dos comprados são de pessoas que vão se casar, na faixa etária de 25 a 40 anos.

Cenário/ De acordo com especialistas do setor de mercado imobiliário, todas as regiões de Sorocaba tiveram uma valorização considerável no último ano. Para se ter uma ideia, o crescimento de lançamentos de imóveis foi de 70%, em um ano. “Os lançamentos ocorreram em todas as regiões da cidade. Porém, algumas áreas se destacam pelos investimentos diretos ocasionados pela instalação de grandes empresas e comércios, como a região norte, com os dois novos shopping centers e a Toyota”, explica o diretor da AE Patrimônio Consultores Imobiliários, Alexandre Oliveira. “Já os investimentos em infraestrutura, como o Sorocaba Total e a vinda da Rede Iguatemi, beneficiam a região sul e as demais.”

Ainda segundo ele, para este ano ao menos cinco loteamentos devem ser inaugurados em breve. Os números são devido a grande demanda no município. Alexandre Oliveira revela que ao mês são vendidos cerca de 60 imóveis.

A procura dos futuros proprietários, na maioria das vezes, é por casas ou apartamentos de dois dormitórios, com valores de até R$ 145 mil, dentro do programa federal Minha  Casa, Minha Vida.

A procura cresce também por imóveis de locação, já que muitas pessoas estão chegando a  Sorocaba para trabalhar na indústria. “Em nossa empresa, algo em torno de 30 imóveis”, afirma consultor imobiliário. “O perfil do locatário é casal na faixa de 25 a 45 anos, oriundos de outras cidades, migrando a trabalho em Sorocaba.”

Mercado começará a sofrer queda

Na opinião do vice-presidente do Secovi-SP, aumento nas taxas de juros pode refletir negativamente na aquisição do imóvel

A baixa taxa de juros para financiamento, o baixo índice de desemprego, a fomentação do programa Minha Casa, Minha Vida, entre outras ações federais são os fatores para valorização dos imóveis em Sorocaba e também no resto do país.

Mas, conforme o vice-presidente do Interior do Secovi-SP, Flávio Amary, o cenário imobiliário deve mudar. A valorização das áreas vai  sofrer queda nos próximos anos. “As taxas de juros devem  crescer, assim como outros impostos. Desta forma, a compra da casa própria pode ser prejudicada e os futuros investidores devem adiar a aquisição.”

A valorização em Sorocaba é nítida. Quem pesquisa imóveis para comprar não acha um bom negócio por menos de R$ 120 mil. O perfil da casa, neste caso, é padrão econômico, com dois quartos, sala, banheiro e cozinha.

Já os terrenos, com 150 metros quadrados, podem ser encontrados no valor de R$ 50 mil.

O Plano Diretor do município é outro fator que influencia na valorização das áreas.

Atração/Os investimentos de indústrias, como a Toyota; os comércios, como os novos shoppings;  melhorias na cidade, como obras viárias, construção de escolas e postos de saúde, são os quesitos que valorizam os bairros.

Flávio afirma que as regiões que ainda vão crescer muito em Sorocaba são as zonas norte e oeste. “A parte periférica de Sorocaba deve ganhar  loteamentos. Isso deve atrair o público, principalmente aquele que quer casar ou sair da casa dos pais”, finaliza.

Opinião do especialista

Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação

Cuidados com o imóvel na planta

Com o “boom” imobiliário e a implantação do programa Minha Casa, Minha Vida, cresceu a venda de imóveis na planta. Para atender essa demanda, os bancos passaram a utilizar um novo método de contrato para o financiamento habitacional. Trata-se da compra e venda de terreno e financiamento para construção do imóvel. Nesses contratos, participam os vendedores, compradores, a entidade organizadora do empreendimento, a construtora e o banco. A problemática existente neste tipo de financiamento imobiliário ocorre na fase correspondente ao plano de obras, pois no ato da compra o mutuário não é informado que terá de arcar com parcelas intermediárias de correção monetária à construtora. Após o primeiro repasse do banco para construtora, o mutuário também terá de pagar a correção monetária deste saldo devedor ao banco. O mutuário deve se atentar quanto ao atraso na entrega do imóvel, pois isso acarreta no pagamento de mais correção monetária ao banco e à construtora, uma vez que o banco não efetuará o repasse integral do saldo devedor para construtora enquanto esta não finalizar a obra.

Fonte: Rede Bom Dia

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