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Proprietários pagam preço da desatenção na vistoria do imóvel novo

É muito comum o comprador se arrepender por assinar a vistoria de entrega sem prestar atenção aos detalhes.

Quem aproveitou a queda recente dos juros pra comprar um imóvel deve tomar cuidado na hora de pegar as chaves. É muito comum o comprador se arrepender por assinar a vistoria de entrega sem prestar atenção aos detalhes.

A churrasqueira a gás foi o que mais atraiu a família de Sandro Nunes Firmino para comprar o apartamento na planta. Já faz um ano que assinou a vistoria e recebeu as chaves, mas o equipamento nunca funcionou.

“Eu deveria não ter recebido o apartamento do jeito que está. Eu deveria ter esperado um pouco mais, mas a ânsia de sair do lugar pra vir pra um lugar melhor, a gente acaba fazendo algumas besteiras”, afirmou Sandro Nunes Firmino, professor de educação física.

Depois que Sandro assinou, ele perdeu um instrumento de pressão para acelerar os reparos.

Uma alternativa para o comprador é levar um arquiteto ou um engenheiro independentes na hora da vistoria.

“A gente faz uma inspeção interna, vendo se tem algum problema, vendo se todos os ralos não estão obstruídos, vendo se tem alguma fissura ou infiltração”, disse Luciano Gomide, arquiteto.

O juiz Homero Maion diz que, em alguns casos, é melhor se recusar a receber o imóvel, do que assinar para depois entrar na Justiça.

“Ele só deve assumir o conserto se ultrapassar dos prazos todos e a construtora não tomou nenhuma providência. Aí sim, ele pode por iniciativa própria fazer esses consertos e pedir indenização por isso”, ressaltou Homero Maion, diretor do Fórum João Mendes.

Os problemas podem ocorrer até se a vistoria não for aprovada. Em um condomínio, por exemplo, os moradores disseram para a construtora que a piscina tinha defeitos. Há um ano aguardam os reparos.

A síndica do prédio diz que a infiltração da piscina já atinge a garagem.

“Já notificamos a construtora, já pedimos que ela viesse tomar as providencias, ela nos deu um prazo, no início pra arrumar essa piscina, só que eles não cumpriram esse prazo”, destacou Valquiria Seles, síndica.

Para casos assim, o caminho é a Justiça. A boa notícia é que dependendo da gravidade do problema, as decisões saem rapidamente.

“Não há dúvida que num caso como este o juiz em 24 ou 48 horas vai dar uma liminar determinando que a construtora faça o conserto. Isso é tranquilo. Em qualquer lugar do Brasil”, completou Rizzatto Nunes, professor de direito do consumidor.

Fonte: Jornal Nacional

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