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Terceirizar a gestão de um condomínio pode representar um bom negócio

Empresa contratada deve garantir a eficácia da fiscalização e é bom que o síndico seja independente

 Elian Guimarães /Estado de Minas
Os moradores em prédios e condomínios têm cada vez mais na figura do síndico o gestor que procura atender de maneira mais isenta possível às demandas de conflitos interpessoais, de convivência e utilização de áreas comuns, manutenção preventiva de edificações e instalações elétricas, hidráulicas, de jardinagem e lazer, além de atender às diversas legislações, regimentos e estatutos internos.

As obrigações dos síndicos são as mesmas, independentemente do tamanho do condomínio. O que muda depende das particularidades de cada um. Nem sempre um síndico de um condomínio maior terá mais trabalho ou dificuldades do que um síndico de um condomínio menor. Para construir uma gestão de qualidade, o síndico, seja ele morador ou externo, precisa se capacitar constantemente para acompanhar as mudanças na velocidade em que ocorrem. Assim, ele terá a competência, equilíbrio emocional e imparcialidade para desempenhar suas multifunções.

De acordo com Marcela Nery, diretora das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG (Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais), mesmo que o síndico eleito seja um profissional da área e tenha expertise em legislação condominial, leis trabalhistas, conhecimento fiscal e financeiro, manutenção preventiva, gestão de pessoas e tenha tempo para se dedicar ao condomínio, com o aumento da demanda pela complexidade das leis, ele precisa contratar uma empresa especializada para garantir o cumprimento desses deveres.

O risco nessa terceirização parcial de responsabilidades, alerta Marcela Nery, ocorre quando ele contrata uma administradora apenas pelo menor preço, sem as verificações básicas sobre a idoneidade, competência, saúde financeira da empresa, além das referências de mercado. “Lembrando que, para garantir a eficácia da fiscalização sobre os trabalhos das administradoras, os síndicos devem ser independentes delas.”

Marcela Nery chama a atenção para as obrigações fiscais, trabalhistas, exigências sobre normas de segurança, medicina e segurança do trabalho e “as fiscalizações sobre elas aumentaram muito nos últimos anos. Siglas como Rais, Dirf, DES, eSocial, Decort, AVCB, FD-Reinf, ART, PCMSO, PPRA, PPP começaram a fazer parte do dia a dia dos condomínios, que hoje são tratados como empresas sem fins lucrativos”.

Fonte: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br

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